segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

ASSALTANTES DE PÚLPIDO

Muitas pessoas têm professado serem cristãos nos nossos dias, mas com uma postura muito distorcida em relação ao significado da fé. Também, muitos falsos pastores, doutrinadores e pseudo- avalistas têm procurado enganar o povo de Deus, pelo misticismo vil. A verdade da Palavra de Deus tem sido pervertida pela mitologia, citando heresias ocultas em meias-verdades, ocasionando um cristianismo de aparência que não traz a real percepção de Deus. Essa teologia artificial e temporária traz consigo doutrinas aberrantes, misturando a verdade com uma cultura imaginária, procurando substituir o cristianismo centrado em Cristo, pela perseguição aos demônios. Há muita gente sincera enganada pelo fingimento de falsos líderes, ocasionando uma verdadeira epidemia de confusão nas igrejas. Há vários desviados afastados, entristecidos e feridos dentro e fora do ambiente eclesial por causa de maus-tratos e exploração. Precisamos desmascarar os falsos mestres que transformam a verdade em mitos e propor soluções para a crise da fé cristã atual. Conceitos metafísicos de ações da mente são sugeridos como substância para falsos avivamentos carismáticos, através de textos distorcidos e milagres forjados de “cristos artificiais”, em que o tipo de fé representa o tipo de deus que diz que confissão atrai posse de bens. A filosofia do “receber segue o ato de dar” não reaviva, restaura ou valoriza Cristo; os falsários apenas apontam para as escrituras,”produzem milagres”,operando a bandeira”Jesus é o Real”! O misticismo desorganizado utiliza o marketing de depoimentos de pessoas simples deslocando os fiéis da doutrina fundamental, relegando a virtude da fé a 2º plano, fazendo com que a própria formação da fé, a natureza de Deus e a expiação de Cristo na cruz sejam deturpados. Utilizam um estilo clássico de palavras com traduções originais errôneas e frases de memorização e impacto para conceituar uma fé cujo modo de aplicação leve as pessoas a necessitarem de amuletos. Endeusam homens, rebaixam a Deus, ENALTECEM SATANÁS COMO ATOR FUNDAMENTAL e diminuem o senhorio de Cristo;sempre são os “homens de deus, padres e pastores ungidos” da denominação que expulsam o diabo que sempre volta,para sofrer e depois pedem muito dinheiro. A cruz é recriada nos altares e o Jesus dessa trama parece estar trancado no inferno debaixo do poder do diabo, mas aparentemente ”reencarna” na figura do emissário do púlpito “ungido”que “prega a palavra de Deus”. Essas”empresas de fé”invadem todos os contextos culturais, usando de chantagem e extorsão, usando de televisão e rádios, querendo fazer sócios e mediar acordos entre o jesus deles, o diabo em fuga e os pobres ouvintes incautos. Usam significados esotéricos e místicos com textos bíblicos modificados fora do contexto da interpretação fiel da Bíblia, afirmando que os males causados por satanás serão expulsos por eles e os pecados da miséria e da pobreza serão extirpados pela soberania espiritual. Oram, usam a Bíblia, têm templos parecidos com congregações cristãs, mas seus conceitos de fé não são baseados na doutrina de Cristo conforme a Bíblia prega; sua demonstração de fé é pagã e obscura com mitras e frases feitas e seu propósito é apenas financeiro. O resultado disso é que as vidas são enganadas e sua teologia distorcida e antibíblica bloqueia o discernimento do ser humano a Deus. São seitas ocultistas que pregam um tipo de ateísmo encapado de saúde, sucesso e vida abundante somente para os falsos obreiros. O conhecimento parcial bíblico desses obreiros origina uma concordância com o mundo e uma falsa confiança do mundo para com a igreja de Jesus, pois suas promessas falham, o cumprimento não é pleno e se verificarmos na íntegra, há um verdadeiro teatro oculto. Um texto isolado de uma tradução antiga, arrancado do contexto não favorece aos leitores uma impressão segura da percepção mental do firme fundamento de Deus que originou aquela situação bíblica. A direção correta do conhecimento de Deus é do visível para o invisível, do presente para o futuro e do que é temporal para o eterno. O resultado mortífero é que para os enganados e roubados encontrarem de volta o caminho à verdadeira fé bíblica será quase impossível para quem foi deixado solitário sem saber em quem confiar. Essa doutrina financeira miserável desloca Deus para a posição de um mero mensageiro; a adoração é substituída pela mera petição e a oração é substituída por fórmulas mágicas de ter o que o EGO quer. Dizem “DIGA”,”FAÇA” e “RECEBA”, como que tudo dependesse apenas do contribuinte que de acordo com os seus atos, receberia ou não a “bênção”,que competeria só aos obreiros a ligação aos céus. Falsos bispos, padres e pastores deturpam o sentido claro das escrituras, usando fórmulas artificiais ilegítimas, afastando as almas para longe do Senhor. Profetizam mentiras, enganos do coração,furtando as palavras de Deus, pois não foram enviados,ordenados nem são proveitosos. Dizem que se você visualizar o que precisa e basear-se nas escrituras, pode determinar e fazer existir o que você quer; o poder de criar a realidade não está dentro das pessoas como se fossem Deus. As palavras humanas não são imbuídas de poder criativo que agem no mundo real, pois a única palavra de poder é a vinda de Deus! A fé não é crer no que se vale como visão para se fazer existir o que se deseja; fé é o firme fundamento das coisas que não se vêem. Cuidado com as ciências mentais metafísicas, movimento da nova Era oriundas de grupos neo-pagãos, feiticeiros e oportunistas ladrões. Só Deus é onipresente, onisciente e onipotente; os homens, não! Se você estiver nessa enrolada, vai fracassar e se cansar de esperar, cheio de expectativa pela saúde e riqueza que não chegará. Depois, vai se desesperar, se afastar da fé, ficar irado com Deus ou então, viver com complexo de inferioridade por não ter sido ”escolhido”e pode ser que até acabe acreditando em novas mentiras dos púlpitos, mas quando acabar teus recursos, serás trocado por outros que virão encher as malas e sacolas de dinheiro aos infiéis. Jesus foi crucificado e os apóstolos assassinados; só João viveu, após colocado em óleo fervente;sobreviveu para escrever o Apocalipse. Discirna que há padres e pastores sérios,honestos e igrejas preocupadas com o destino das almas; é dever do cristão manter a Obra de Deus, mas com amor e liberdade! Jesus tem poder de fazer tudo, mas Ele é o Senhor e devemos ser servos, esperando Ele voltar para sua Seara!

domingo, 17 de janeiro de 2010

SIMONIA

Simonia é a venda de favores divinos, bençãos, cargos eclesiásticos, prosperidade material, bens espirituais, coisas sagradas, etc. em troca de dinheiro. A etimologia da palavra provém de Simão Mago, personagem referido nos Atos dos Apóstolos (8, 18-19), que procurou comprar de São Pedro o poder de transmitir pela imposição das mãos o Espírito Santo ou de efetuar milagres. O direito canónico também estipula como simonia atos que não envolvem a compra de cargos, mas a transação de autoridade espiritual, como dinheiro para confissões ou a venda de absolvições. A prática da simonia na Idade Média provocou sérios problemas à postura moral da Igreja. Dante Alighieri condena os simonistas ao oitavo círculo do inferno, onde encontra o Papa Nicolau III enterrado de cabeça para baixo, com as solas dos pés em chama. O exemplo de Nicolau III serve como aviso e previsão aos Papas Bonifácio VIII, o Papa contemporâneo à "Divina Comédia", e Clemente V, seu sucessor, pela prática de tal pecado. Escritores menos devotos, como Maquiavel e Erasmo, também condenaram a simonia séculos mais tarde. A prática de simonia foi uma das razões que levou Martinho Lutero a escrever as suas "95 teses" e a rebelar-se contra a autoridade de Roma. A Igreja de Inglaterra também viu-se envolvida com a prática de simonia após ter-se separado da Igreja Católica. Atualmente a prática da simonia é muito frequente nos meios pentecostais e neopentecostais através da propagação da Teologia da Prosperidade. Simonia na atualidade: Não raro deparamo-nos com programas religiosos exibidos na TV aberta onde as autodenominadas autoridades religiosas prometem aos seus seguidores a consecução de uma vida próspera nos negócios e na conquista de bens materiais, mediante a realização de sacrifícios que costumeiramente se resumem na compra de 'dons', 'graças' e outros privilégios divinos. Se tais pessoas possuíssem efetivamente tais dons e se estes fossem vendidos ou permutados por algum bem material, eles cometeriam o pecado da simonia. Não obstante, não cometem tal pecado, porque não podem sequer vender o que verdadeiramente não possuem: dons e graça. Contudo, se houvesse alguma autoridade que pelo poder divino operasse alguma graça e se ele aceitasse o que lhe fosse oferecido, como dinheiro ou bens, pelo usufruto ou em troca de tal benefício, este cometeria o pecado da simonia. Portanto simonia entende-se a vontade deliberada de comprar ou vender um bem espiritual ou um bem anexo a ele. Não raro de uns trinta anos para cá, deparamos com noticias que pseudo-religiosos compram sagrações episcopais, de quem possui a sucessão apostólica, criando como forma de se enriquecer pequenas igrejas ditas católicas, e ordenando de forma inválida sacerdotes, diáconos e ministros religiosos, se auto denominando “bispos”, mas que de fato não o são. Por três razões a compra e venda de coisas espirituais são matérias indevidas: porque não pode uma coisa espiritual ser paga por preço terreno; porque só é matéria possível de venda o que o vendedor possui e porque a venda vai contra a origem das coisas espirituais, que procedem da vontade gratuita de Deus. Não será pecado nem simonia receber alguma coisa para o sustento daqueles que ministram os Sacramentos, quando isso corresponde a determinações ou a costumes aprovados pela Igreja. Tal é permitido porque não é considerado como transação comercial, mas como contribuição para satisfazer uma necessidade. Por isso, é ilícito vender por utilidade ou recompensa atos espirituais que procedem da graça invisível, mas não o é, depois de exercidas gratuitamente essas funções espirituais, exigir as ofertas e outras retribuições, estabelecidas pelos costumes ou pelas normas eclesiásticas, seja de quem aceita, seja de quem não aceita dá-las, com a intervenção da autoridade superior. Do mesmo modo é ilícita a compra de Igrejas, benefícios ou qualquer outro bem eclesiástico. Mas não é ilícita a venda de coisas não sagradas que poderão ser usadas no culto divino, como a venda de velas ou vasos, porque não estão unidas aos bens espirituais e tais coisas não pressupõem coisas sagradas, até porque são anteriores a elas. É simonia doar bens espirituais por um serviço de favor ou verbal ou por dinheiro. Porque não se pode conservar aquilo que se recebeu contra a vontade do seu dono, convém impor pena para o simoníaco e privá-lo daquilo que mediante a simonia adquiriu. Logo, aqueles que conseguiram bens espirituais mediante serviços, não os poderão licitamente conservar.

A LENDA DA SERPENFE

Conta a lenda que uma vez uma serpente começou a perseguir um vaga-lume. Este, fugia rápido, com medo da feroz predadora, e a serpente nem pensava em desistir. Fugiu um dia e ela não desistia, dois dias e nada... No terceiro dia, já sem forças, o vaga-lume parou e disse a serpente: - Posso lhe fazer três perguntas? - Não costumo abrir esse precedente a ninguém, mas já que vou te devorar mesmo, pode perguntar... - Pertenço a sua cadeia alimentar? - Não. - Eu te fiz algum mal? - Não - Então, por que você quer acabar comigo? - Porque não suporto ver você brilhar... Moral da história: Têm pessoas que se dizem seu(a) amigo(a), mas o que eles querem mesmo é acabar com o seu(a) sucesso.

SEIS SINAIS PARA IDENFIFICAR FALSOS PROFETAS

Sabemos que nos nossos dias existem muitos falsos profetas pregando a Palavra de Deus, e para te ajudar , nesta minha primeira postagem coloco seis sinais para voce identifica-los. Basta um, Um só dos sinais abaixo, para identificarmos os Falsos profetas.
1- Através de sinais e de maravilhas, eles desviaram pelo menos uma pessoa para seguir (em pelo menos um aspecto) um falso deus e crer um falso evangelho. leia Dt 13: 1-4.
2- Pelo menos uma de suas profecias não foi cumprida de modo perfeito. Leia Dt 18, 20-22.
3- Pelo menos uma vez eles contradisseram ( falaram de modo contrário a ) Palavra de Deus. Leia Is 6,20.
4- Pelo menos uma vez eles produziram maus frutos. Leia Mt 7: 18-20.
5- (Praticamente) todos os homens falam bem deles. Leia Lc. 6:26
6- Negam que Jesus, o único (atenção) Cristo (atenção), tem de uma vez para sempre, na carne, ou seja, em suas pregações falam excessivamente do demonio (fingindo expulsá-los), se esquecendo de que Jesus é o verdadeiro Senhor. Leia I Jo. 4:3
Qualquer desses sinais é suficiente para indicar um falso profeta